sexta-feira, 21 de maio de 2010

Piche pode explicar conservação de múmias egípcias


O uso de piche pode ter sido um dos segredos da preservação das múmias egípcias, de acordo com pesquisadores. Um grupo de cientistas das universidades A&M do Texas e de Alexandria descobriu que a substância, originada em infiltrações naturais de petróleo, era utilizada pelos mumificadores egípcios.


Fonte:

http://www.sobrenatural.org/noticia/detalhar/1557/piche_pode_explicar_conservacao_de_mumias_egipcias/

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Egito anuncia descoberta de tumba do faraó Ken-Amun



Arqueólogos descobriram um túmulo do faraó Ken-Amun, da 19ª dinastia (1315 a 1201 a.C.), em Ismailia, a 120 km do Cairo, segundo informou nesta quarta-feira o Conselho Supremo de Antiguidades do Egito. Segundo o chefe do departamento, Zahi Hawass, o túmulo recém descoberto está em ótimo estado de conservação.

A tumba, feita de tijolos e lama, está decorada com cenas e inscrições conhecidas do período Ramessida. A tumba consiste em uma sala retangular com um teto abobadado de pedra e um poço profundo com o formato quadrado.



Fonte:

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4380838-EI238,00.html#tarticle

segunda-feira, 1 de março de 2010

Encontrada cabeça esculpida de Amenhotep III


Considerada uma das mais bonitas peças da antiguidade, a cabeça foi encontrada no templo funerário do faraó

Uma cabeça gigante de granito do faraó Amenhotep III (1390-1352 a.C.), considerada como uma das peças mais bonitas feitas pelos escultores antigos, foi encontrada no templo funerário, na zona de Luxor, no sul do Egipto, escreve a Lusa.

O Conselho Supremo de Antiguidades anunciou este domingo a descoberta da cabeça esculpida de um dos mais destacados reis da dinastia XVIII.

Trata-se de um retrato do rei enquanto jovem, adornado com uma coroa real de cor branca, decorada com uma cobra vermelha, o símbolo do Alto Egipto.

A cabeça, de 2,5 metros de altura, pertence a uma estátua do rei encontrada há vários anos.

Em falta, está, porém, a barba, que os arqueólogos pensam estar enterrada debaixo das areias de Luxor.

Fonte:

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/tvi24-cabeca-egipto-farao-amenhotep-templo/1143192-4073.html

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Tutancâmon era fruto de relação incestuosa, mostra análise



De acordo com a reportagem do site do Estadão Online, cientistas afirmam que o rei adolescente do Antigo Egito, Tutancâmon, era fruto de um casamento incestuoso, tal revelação ajudaria a explicar por que ele era coxo e sofria de outras deformidades e problemas genéticos.

A pesquisa, que incluiu testes realizados na múmia do faraó, descoberta em 1922, mostrou que os pais do rei eram irmãos e que ele só tinha um casal de avós.

Alianças incestuosas eram comuns entre a realeza egípcia, disse o egiptólogo Zahi Hawass. "Um rei podia casar-se com a irmã e com a filha, porque ele era um deus, como Ísis e Osíris".

Especula-se há tempos sobre o destino do rei, que morreu em algum momento do ano 1324 a.C., provavelmente aos 19 anos. Os cientistas estão apresentando mais detalhes de testes de DNA e análises de tomografia conduzidos em Tutancâmon e em outras 15 múmias.

Na terça-feira, 16, pesquisadores revelaram que Tutancâmon tinha malária, uma fissura no palato e uma doença genética nos ossos.

Cientistas identificaram Akenaton, o faraó "herege" que impôs o monoteísmo ao Egito, como pai de Tutancâmon. Akenaton casara-se inicialmente com Nefertiti, uma mulher famosa por sua beleza, mas não teve filhos com ela. Ele tomou a irmã como esposa na tentativa de ter um herdeiro.

Fonte:

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,tutancamon-era-fruto-de-relacao-incestuosa-

mostra-analise,512466,0.htm

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Fim do mistério? Tutankamon, o “rei-menino” teria morrido por morte natural ?



Tutankamon morreu de malária, revela estudo:


O Conselho Supremo de Antiguidades do Egito exibiu nesta quarta-feira as múmias do jovem e lendário faraó Tutancâmon, que teria morrido misteriosamente há mais de 3 mil anos, e de sua mãe, a rainha rainha Nefertiti, durante uma conferência de imprensa no Cairo. O conselho anunciou os novos resultados de DNA puderam determinar os vínculos de parentesco e de sangue, e a existência de características patológicas hereditárias em Tutancâmon.

Um estudo realizado entre 2007 e 2009, e divulgado na terça nos Estados Unidos, sugeriu que o jovem faraó morreu de malária combinada com uma infecção óssea. Tutancâmon morreu tão jovem - aos 19 anos, em 1324 a.C., com apenas nove anos de trono, sem deixar herdeiros -, que levou especialistas a especularem sobre a hipótese de doenças hereditárias na família real da XVIII dinastia, explicou Zahi Hawass, chefe das antiguidades egípcias e principal autor da pesquisa.

Os pesquisadores se apoiaram em vários métodos, entre eles a radiologia e as análises do DNA para o trabalho, realizado em 16 múmias, com onze delas, incluindo a de Tutancâmon, sendo, aparentemente, membros da família real. Os mesmos vínculos de parentesco também permitiram identificar o pai do "rei-menino", o faraó Akhenaton, marido da lendária rainha Nefertiti - Tutancâmon é filho de Akhenaton possivelmente com Kia, em um relacionamento secundário.

O diagnóstico da morte do "faraó-menino" pode ser estabelecido sobretudo graças aos exames genéticos, que revelaram uma série de más-formações na família Tutancâmon, como a doença de Kohler, que destrói células ósseas. As análises de DNA também puseram em evidência a presença de três genes vinculados ao parasita Plasmodium falciparum, responsável pela malária em quantro múmias estudadas, entre elas a de Tutancâmon.

Tutancâmon e seus ancestrais eram pouco conhecidos até a descoberta, em 1992, de sua tumba pelo britânico Howard Carter, que continha um grande tesouro, incluindo uma máscara mortuária em ouro maciço. O estudo parece abrir as portas a um novo enfoque de investigação em genealogia molecular e paleogenômica do período faraônico, opinam os cientistas.

Fonte:

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4269867-EI8147,00.html

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Maquiagem de chumbo dos antigos egípcios combatia infecções, dizem cientistas



New York Times

No antigo Egito, acreditava-se que a elaborada maquiagem dos olhos usada pela rainha Nefertiti e outras mulheres tivesse poderes de cura, invocando a proteção dos deuses Hórus e Ra, além de evitar doenças.

A ciência não aceita a mágica, mas considera os cosméticos de cura. A maquiagem à base de chumbo usada pelos egípcios possuía propriedades antibacterianas que ajudavam a evitar infecções comuns na época, de acordo com um relatório publicado neste mês no "Analytical Chemistry", uma publicação da Sociedade Americana de Química.

"Isso é intrigante; eles foram capazes de construir uma forte e rica sociedade, então não eram completamente loucos", disse Christian Amatore, químico da Ecole Normale Superieure, em Paris, e um dos autores do artigo. Porém, eles acreditavam que essa maquiagem podia curar --entoavam cânticos enquanto faziam a mistura com coisas que hoje chamamos de lixo.


Amatore e seus colegas pesquisadores usaram microscopia de elétrons e difração de raios-X para analisar 52 amostras retiradas de estojos de maquiagem egípcia preservados no Louvre.

Eles descobriram que a maquiagem era feita fundamentalmente pela mistura de compostos químicos à base de chumbo: galena, que produzia tons escuros e brilhantes, e os materiais brancos cerussita, laurionita e fosgenita.

Como as amostras haviam se desintegrado ao longo dos séculos, os pesquisadores não puderam determinar a porcentagem de chumbo na maquiagem.

Embora muitos textos escritos, pinturas e estátuas do período indiquem que a maquiagem era amplamente usada, os egípcios a viam como algo mágico e não medicinal, disse Amatore.(Descordo: De acordo com minhas leituras acerca do tema, elas as viam sim, como medicinais. Protegiam contras as infecções e inflamações advindas pelos ventos que continham areia e podiam prejudicar a visão. Como na leitura abaixo:)

Infecções

No antigo Egito, na época em que o Nilo transbordava, os egípcios sofriam com infecções causadas por partículas que entravam no olho e traziam doenças e inflamações.

Os cientistas argumentam que a maquiagem com chumbo agia como uma toxina, matando as bactérias antes que se disseminassem.

Porém, embora sua pesquisa proporcione uma fascinante percepção de uma antiga cultura, os cientistas afirmam que a maquiagem não deve ser usada todos os dias.

Amatore explicou que a intoxicação dos compostos de chumbo ofuscava seus benefícios e que existem muitos casos documentados de envenenamento como resultado do uso do chumbo em pinturas e soldagens no século 20.

Neal Langerman, físico-químico e presidente da Advanced Chemical Safety, uma empresa de consultoria de segurança na saúde e proteção ambiental, afirmou: "Você não deve fazer isso em casa, especialmente se tiver criança pequena ou um cachorro que gosta de lambê-lo".


Beleza e perigo

Mesmo assim, segundo Langerman, faz sentido que os egípcios fossem atraídos pelos compostos.

"Chumbo e arsênico, entre outros metais, fazem lindos pigmentos de cor", disse ele. "Como eles criam cores atraentes e você pode transformá-los em pó, faz muito sentido usá-los como corantes de pele".

A questão do chumbo na maquiagem continua a ser debatida na indústria de cosméticos, particularmente em relação às pequenas quantidades de chumbo encontradas em alguns batons.

Embora alguns grupos e médicos argumentem que, com o tempo, usuários de batom podem absorver níveis de chumbo capazes de resultar em problemas de comportamento, a FDA --agência que regulamenta a produção e venda de diversos produtos nos Estados Unidos-- afirma que as quantidades de chumbo encontradas em maquiagens são pequenas demais para causar danos.

"É a dose que faz o veneno", disse Langerman, parafraseando o médico renascentista Paracelso. "Uma dose baixa mata as bactérias. Numa dose alta, a quantidade absorvida é demais".

Fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u683227.shtml

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Museu nega retorno de Nefertiti ao Cairo e reitera propriedade alemã


18/12 - 13:48 - EFE

Berlim, 18 dez (EFE).- O Museu Egípcio de Berlim negou hoje taxativamente que esteja negociando com as autoridades egípcias o possível retorno do busto de Nefertiti ao país do Nilo, embora confirmou uma iminente viagem oficial de sua diretora, Friederike Seyfried, ao Cairo.

As informações que falam que a diretora do Museu Egípcio negocia atualmente a devolução de Nefertiti com o diretor-geral da Administração de Antiguidades Egípcia, Zahi Hawass, "precisam de toda base", assinalou hoje o museu berlinense em comunicado.

A nota explica que a visita de Friederike Seyfried ao Cairo tem como objetivo tratar com Hawass sobre projetos comuns e entregar uma cópia dos documentos originais de 1913 sobre a descoberta e aquisição do busto de Nefertiti por parte da Sociedade Oriental Alemã.

"Nunca existiu um pedido oficial de devolução por parte do Estado egípcio. Os documentos demonstram claramente que o Estado prussiano comprou legalmente o busto e que não existe direito de reivindicação por parte do Egito", ressalta o comunicado.

Além disso, destaca que Berlim estuda a possibilidade de ceder temporariamente para uma exposição o busto de Nefertiti ao Cairo, embora isso dependa dos resultados de uma análise sobre o estado da peça arqueológica e os riscos de seu transporte ajudariam para sua conservação.

A nota do museu lembra que o busto de Nefertiti foi descoberto em 1912 durante as escavações científicas em Tell el-Amarna que foram autorizadas pelas autoridades do Egito.

Acrescenta que as escavações foram possíveis graças ao financiamento por parte do comerciante e colecionadora de arte berlinense James Simon e de sua execução se encarregou o professor Borchardt, do Instituto Imperial Alemão de Ciências Egípcias da Antiguidade.

O comunicado destaca que o acordo com a parte egípcia contemplava uma divisão das peças, como era de costume na época, para compensar o financiamento da operação.

Igualmente explica que para realizar a distribuição igualitária, o acordo contemplava preparar dois lotes de valor similar e que foi a parte egípcia a primeira a escolher com base em uma lista minuciosa em todos os objetos encontrados.

O Museu Egípcio de Berlim explica em sua nota que das peças mais importantes existiam inclusive fotografias para certificar a beleza e qualidade dos objetos.

Finalmente lembra que na hora de escolher os lotes todas as caixas abertas foram colocadas para que pudesse comprovar o conteúdo, por isso que "não pode falar de um engano na hora de fazer a distribuição".

O incomum e taxativo comunicado do Museu Egípcio de Berlim, integrado pelo recém reinaugurado "Neues Museum" de arqueologia e história antiga, sai à passagem de informações procedentes do Egito nas quais se fala do possível retorno ao Nilo do prezado busto do faraó egípcio.



Fonte:

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/12/18/museu+nega+retorno+de+nefertiti+ao+cairo+e+reitera+propriedade+alema+9249799.html