segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Estátua do faraó Amenhotep III é encontrada em Luxor


Sex, 05 Nov, 09h18

CAIRO (AFP) - Arqueólogos encontraram em Luxor, no sul do Egito, parte de uma estátua de quase 3.400 anos que representa o faraó Amenhotep III, anunciou nesta quinta-feira o ministro egípcio de Antiguidades, Zahi Hawass.

A estátua mostra o faraó sentado ao lado do deus Hórus (Sol), com sua cabeça de falcão. A metade superior da estátua, em granito vermelho, foi descoberta no sítio do templo funerário de Amenhotep III, em Kom Al Hitan, no oeste de Luxor.

"É um dos achados mais lindos feitos no sítio funerário" de Amenhotep III, disse Hawass.

Os arqueólogos já haviam descoberto, no mês passado, outra estátua do faraó Amenhotep III, de 3.000 mil anos, na mesma região.

Amenhotep III, que reinou o Egito entre 1390 e 1352 a.C, seria o avô de Tutankamon, segundo análises de DNA de diversas múmias.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/101105/saude/egito_arqueologia_1

Novas esfinges são achadas em avenida que unia templos de Luxor e Karnak


Cairo, 15 nov (EFE).- Uma equipe de arqueólogos descobriu 12 novas esfinges, estátuas com corpo de leão e cabeça humana ou de carneiro, na antiga avenida que unia os templos faraônicos de Luxor e Karnak, a 600 quilômetros ao sul do Cairo,

Segundo um comunicado do Conselho Supremo de Antiguidades estas esculturas datam da época do último rei da 30ª dinastia (343-380 a. C.).

A avenida, ladeada por uma dupla fila de esfinges que representavam o deus Amon, tem cerca de 2.700 metros de comprimento e 70 de largura e foi construída por Amenhotep III (1372-1410 a.C.) e restaurada, posteriormente, por Nectanebo I (380-362 a.C.).

Por outro lado, os arqueólogos descobriram também um novo caminho que une a avenida onde foram achadas as estátuas, com o rio Nilo.

A nota explica que, até o momento, só foram desenterrados 20 metros dos 600 que compõem o novo caminho, e que continuam as escavações para descobrir o resto deste trajeto, construído com pedra de arenito, um sinal da importância que tinha em seu tempo, esclarece o comunicado.

O secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, Zahi Hawas, explicou que o caminho achado era o que se utilizava para transferir em procissão a imagem do deus Amon em sua viagem anual ao templo de Luxor, para se encontrar com a imagem de sua mulher Mut.

Além disso, esta via era utilizada pelo rei quando participava de cerimônias religiosas, segundo Hawas. EFE

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/15112010/40/entretenimento-novas-esfinges-sao-achadas-avenida.html

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Piche pode explicar conservação de múmias egípcias


O uso de piche pode ter sido um dos segredos da preservação das múmias egípcias, de acordo com pesquisadores. Um grupo de cientistas das universidades A&M do Texas e de Alexandria descobriu que a substância, originada em infiltrações naturais de petróleo, era utilizada pelos mumificadores egípcios.


Fonte:

http://www.sobrenatural.org/noticia/detalhar/1557/piche_pode_explicar_conservacao_de_mumias_egipcias/

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Egito anuncia descoberta de tumba do faraó Ken-Amun



Arqueólogos descobriram um túmulo do faraó Ken-Amun, da 19ª dinastia (1315 a 1201 a.C.), em Ismailia, a 120 km do Cairo, segundo informou nesta quarta-feira o Conselho Supremo de Antiguidades do Egito. Segundo o chefe do departamento, Zahi Hawass, o túmulo recém descoberto está em ótimo estado de conservação.

A tumba, feita de tijolos e lama, está decorada com cenas e inscrições conhecidas do período Ramessida. A tumba consiste em uma sala retangular com um teto abobadado de pedra e um poço profundo com o formato quadrado.



Fonte:

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4380838-EI238,00.html#tarticle

segunda-feira, 1 de março de 2010

Encontrada cabeça esculpida de Amenhotep III


Considerada uma das mais bonitas peças da antiguidade, a cabeça foi encontrada no templo funerário do faraó

Uma cabeça gigante de granito do faraó Amenhotep III (1390-1352 a.C.), considerada como uma das peças mais bonitas feitas pelos escultores antigos, foi encontrada no templo funerário, na zona de Luxor, no sul do Egipto, escreve a Lusa.

O Conselho Supremo de Antiguidades anunciou este domingo a descoberta da cabeça esculpida de um dos mais destacados reis da dinastia XVIII.

Trata-se de um retrato do rei enquanto jovem, adornado com uma coroa real de cor branca, decorada com uma cobra vermelha, o símbolo do Alto Egipto.

A cabeça, de 2,5 metros de altura, pertence a uma estátua do rei encontrada há vários anos.

Em falta, está, porém, a barba, que os arqueólogos pensam estar enterrada debaixo das areias de Luxor.

Fonte:

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/tvi24-cabeca-egipto-farao-amenhotep-templo/1143192-4073.html

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Tutancâmon era fruto de relação incestuosa, mostra análise



De acordo com a reportagem do site do Estadão Online, cientistas afirmam que o rei adolescente do Antigo Egito, Tutancâmon, era fruto de um casamento incestuoso, tal revelação ajudaria a explicar por que ele era coxo e sofria de outras deformidades e problemas genéticos.

A pesquisa, que incluiu testes realizados na múmia do faraó, descoberta em 1922, mostrou que os pais do rei eram irmãos e que ele só tinha um casal de avós.

Alianças incestuosas eram comuns entre a realeza egípcia, disse o egiptólogo Zahi Hawass. "Um rei podia casar-se com a irmã e com a filha, porque ele era um deus, como Ísis e Osíris".

Especula-se há tempos sobre o destino do rei, que morreu em algum momento do ano 1324 a.C., provavelmente aos 19 anos. Os cientistas estão apresentando mais detalhes de testes de DNA e análises de tomografia conduzidos em Tutancâmon e em outras 15 múmias.

Na terça-feira, 16, pesquisadores revelaram que Tutancâmon tinha malária, uma fissura no palato e uma doença genética nos ossos.

Cientistas identificaram Akenaton, o faraó "herege" que impôs o monoteísmo ao Egito, como pai de Tutancâmon. Akenaton casara-se inicialmente com Nefertiti, uma mulher famosa por sua beleza, mas não teve filhos com ela. Ele tomou a irmã como esposa na tentativa de ter um herdeiro.

Fonte:

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,tutancamon-era-fruto-de-relacao-incestuosa-

mostra-analise,512466,0.htm

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Fim do mistério? Tutankamon, o “rei-menino” teria morrido por morte natural ?



Tutankamon morreu de malária, revela estudo:


O Conselho Supremo de Antiguidades do Egito exibiu nesta quarta-feira as múmias do jovem e lendário faraó Tutancâmon, que teria morrido misteriosamente há mais de 3 mil anos, e de sua mãe, a rainha rainha Nefertiti, durante uma conferência de imprensa no Cairo. O conselho anunciou os novos resultados de DNA puderam determinar os vínculos de parentesco e de sangue, e a existência de características patológicas hereditárias em Tutancâmon.

Um estudo realizado entre 2007 e 2009, e divulgado na terça nos Estados Unidos, sugeriu que o jovem faraó morreu de malária combinada com uma infecção óssea. Tutancâmon morreu tão jovem - aos 19 anos, em 1324 a.C., com apenas nove anos de trono, sem deixar herdeiros -, que levou especialistas a especularem sobre a hipótese de doenças hereditárias na família real da XVIII dinastia, explicou Zahi Hawass, chefe das antiguidades egípcias e principal autor da pesquisa.

Os pesquisadores se apoiaram em vários métodos, entre eles a radiologia e as análises do DNA para o trabalho, realizado em 16 múmias, com onze delas, incluindo a de Tutancâmon, sendo, aparentemente, membros da família real. Os mesmos vínculos de parentesco também permitiram identificar o pai do "rei-menino", o faraó Akhenaton, marido da lendária rainha Nefertiti - Tutancâmon é filho de Akhenaton possivelmente com Kia, em um relacionamento secundário.

O diagnóstico da morte do "faraó-menino" pode ser estabelecido sobretudo graças aos exames genéticos, que revelaram uma série de más-formações na família Tutancâmon, como a doença de Kohler, que destrói células ósseas. As análises de DNA também puseram em evidência a presença de três genes vinculados ao parasita Plasmodium falciparum, responsável pela malária em quantro múmias estudadas, entre elas a de Tutancâmon.

Tutancâmon e seus ancestrais eram pouco conhecidos até a descoberta, em 1992, de sua tumba pelo britânico Howard Carter, que continha um grande tesouro, incluindo uma máscara mortuária em ouro maciço. O estudo parece abrir as portas a um novo enfoque de investigação em genealogia molecular e paleogenômica do período faraônico, opinam os cientistas.

Fonte:

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4269867-EI8147,00.html